''Automatize o que importa e ganhe tempo estratégico.''
Neste SplitTalks, Gabriel Sigers abre a sessão apresentando a SplitC uma plataforma voltada para automatizar cálculos complexos de remuneração variável, como comissões e premiações. Ele explica a dor comum do mercado, processos críticos feitos em planilhas, com alto risco de erro e grande consumo de tempo — e como a SplitC resolve isso conectando dados de várias fontes e executando lógicas de cálculo de forma automatizada. O talk também menciona trial de acesso e a possibilidade de certificação em dados, como forma prática de aprendizado.
Entrando no tema principal, o episódio foca em “backoffice moderno” e automação. A primeira boa prática destacada é começar pelo problema (por exemplo, “estou gastando 30 horas por mês com reembolso”) antes de escolher ferramentas. A recomendação é evitar ir direto para a solução, construir o mais simples possível (MVP) e iterar, além de tomar cuidado para não automatizar tarefas irrelevantes ou processos que ainda não estão bem definidos. O objetivo é ganhar eficiência real, não criar complexidade só porque é possível automatizar.
Para tornar isso concreto, Gabriel apresenta duas ferramentas comuns no mercado: Pipefy, para estruturar processos em formato kanban com etapas e regras, e n8n, para orquestrar integrações e automações via webhooks e chamadas HTTP entre sistemas. Ele mostra como combinar as duas para automatizar fluxos sem precisar ser programador, desde que a pessoa entenda bem o processo e saiba quais dados precisam entrar e sair.
O case prático do encontro é um fluxo de reembolso. No modelo manual, o colaborador envia e-mail com comprovante, o financeiro valida a política, armazena o documento e lança o pagamento. No modelo automatizado, o colaborador preenche um formulário, isso cria um card com etapas (análise, aprovado, reprovado) e, ao mover o card, o n8n executa ações como salvar anexos no Drive, notificar o colaborador e até acionar integrações com banco/ERP. O ponto central é reduzir o “trabalho de copiar e colar” e criar rastreabilidade do processo.
A conversa também destaca como automação e analytics caminham juntos: entender a origem e o destino do dado, garantir consistência, validar resultados e desenvolver pensamento crítico para evitar decisões baseadas em sensação. Gabriel reforça a tendência de SQL como “novo Excel avançado” para quem quer ganhar independência em análises e cita a importância de noções de APIs/HTTP (com ferramentas como Postman) para integrar sistemas com mais autonomia.
Por fim, o talk aborda IA no dia a dia como acelerador de tarefas técnicas bem definidas, mostrando um exemplo simples de ajuste de formatação (remover o “+” de um telefone) dentro de um fluxo no n8n. A mensagem final é tratar IA como copiloto: útil para reduzir atritos, aprender e ganhar velocidade, mas sem substituir raciocínio e validação. O encerramento orienta como acessar o trial, seguir para a certificação e usar os canais de comunidade para tirar dúvidas e trocar experiências.
FAQ:
1. O que é “backoffice moderno” na prática?
É reduzir trabalho operacional repetitivo com automação e dados, priorizando processos que consomem muitas horas e impactam a empresa, para liberar tempo para estratégia e melhoria contínua.
2. Como automatizar um fluxo de reembolso sem saber programar?
Use um formulário (Pipefy/Forms) para coletar dados e anexos, crie um card em etapas (aprovar/reprovar) e conecte a um orquestrador como n8n via webhooks para salvar documentos, notificar pessoas e integrar com sistemas (banco/ERP) por API.
3. Quais habilidades aumentam minha autonomia em automação e dados?
Modelagem e consistência de dados, validação crítica (conferir “fonte da verdade”), noções de SQL para buscar/cruzar dados e entendimento básico de APIs/HTTP (ex.: Postman) para integrar sistemas com segurança.
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